O IMPACTO DO KCENA | SE EU FOSSE ARABELLA

domingo, janeiro 22, 2017


Acredito que para à maior parte de vocês Kcena não diga nada. Para um grupo de jovens em Viseu, no qual eu me incluo, significa tudo e mais alguma coisa. É um outro mundo, no qual nós nos descontraímos, libertamos nos e onde ficamos, por algumas horas , afastados daquilo que nos preocupa no nossos dia-a-dia.

 O Kcena é um Projeto Lusófuno de Tatro Jovem conta com orientação de Graeme Pulleyn e é desenvolvido em parceria com o Teatro Vila Velha (Salvador/Bahia, Brasil) e com o Instituto Camões/ Centro Cultural Português – Pólo do Mindelo (Cabo Verde). Um dos seus principais objectivos é fomentar e valorizar a Língua Portuguesa através do teatro mas renova-se com o intuito de chegar a mais jovens, com novas ferramentas que contribuam para a formação teatral. (Source: Teatro Viriato)
PORQUÊ QUE ME MARCOU TANTO?

Há uns anos atrás decidi que aquilo que queria fazer quando fosse mais velha era ser atriz, só que de querer ser a realmente ser vai um longo caminho. A vontade de representar surgiu pela influencia de grandes nomes do cinema internacional, como a Audreu Hepburn, Julianne Moore e Nicole Kidman. Só que, como vos contei no post em que expliquei o meu 2016 só comecei a fazer algo na área da representação no passado mês de outubro. Depois desse primeiro projeto surgiu a oportunidade de me inscrever no Kcena, obrigada mãe e obrigada avô por nas últimas segundas e quartas feiras terem saído do quentinho das vossas casas para me irem buscar às nove da noite. E obrigada ao Graeme e a toda a equipa do teatro por de trás desta grande produção., sem vocês nada era possível.

É me difícil explicar-vos ao certo o que é, porque é várias coisas para várias pessoas. Para mim era como uma nuvem imensa, onde eu estava sempre confortável, quase como em casa. Lá estava sempre rode
ada de pessoas fantásticas que entendiam a minha forma de pensar e com quem tinha várias coisas em comum, muitas mais para além do teatro. Era um sitio onde podia chorar e rir sem julgamentos, onde era super normal alguém espirrar ou bocejar e parecer que estava a ter um orgasmo. Lá, nem o céu era o limite, porque não havia limites, contava os dias para o próximo encontro e quando acabava já estava a desejar por mais. E sei que era exatamente o mesmo para os restantes participantes. 

A melhor parte desta experiência foi o convívio e tudo o que pode aprender com pessoas da minha faixa etária. Cada um dos participantes marcou me de maneiras diferentes. Já conhecia alguns deles, mas a maioria eram caras novas, pessoas com que Deus abençoou a minha vida por me ter dado o simples prazer de as conhecer. Era um grupo grande, mas mesmo assim conseguimos ficar intimo entre nós e criamos uma enorme família. No momento, a melhor coisa que me podiam dar era estar com todos eles, ao mesmo tempo, todos os dias.


E AGORA?

Na passada quarta feira a primeira parte terminou num espectáculo maravilhoso que foi apresentado a convidados dos participantes. A segunda parte vai começar com um grupo menor e apesar de ainda não sabermos quem são os seleccionados isso não está a provocar em mim um efeito negativo.

Quando a apresentação terminou eu fartei me de chorar e de abraçar pessoas, tinha sido uma experiência fantástica e eu já estava com tantas saudades daquilo tudo que não consegui guardar dentro de mim todos os meus sentimentos. Agora, quatro dias depois já estou mais tranquila. Vou sentir falta do grupo e de tudo aquilo, mas agora encaro essa probabilidade de forma mais tranquila. Foi como alguém muito especial me disse: o que importa são as memórias e experiências que vivi e esses vou leva-las comigo para a vida.

Obrigada Teatro. Obrigada Kcena, para sempre grata.
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