DESOBEDEÇO À TRISTEZA

domingo, julho 26, 2015


Existem muitas coisas sobre mim que desconheces. Eu exponho apenas aquilo que me faz sentir segura. Possuo mil maneiras de me comportar e o meu temperamento oscila como o meu comportamento. Aprende uma coisa sobre mim: tu só saberás aquilo que eu quiser que saibas. 
Posso ser uma mulher ou uma criança. Tímida ou extrovertida. Posso ser fria como o inverno ártico e quente como um verão equatorial. Posso ser doce, como posso ser amarga, bem como azeda. Posso ser a paz, e posso ser tormenta. Posso ser um dia ensolarado, como posso ser uma furiosa tempestade. Posso ser tu ou simplesmente ser minha e de mais ninguém. Isso depende. Aliás, tudo depende.
A maneira como tu me vê, não necessariamente, é a realidade do que acontece. Sou mimada. As coisas acontecem como eu quero e, se não acontecem, eu faço beicinho, fico irritada e bato o pé... Até conseguir. Eu sou determinada, destemida. Mas isso não faz com que eu não tenho medo de nada, porque... É. Eu ainda tenho medo.
De certa forma eu sei quem sou e sei exatamente para onde quero ir. E queres saber? É isso que me diferencia das demais. Em mim, tu podes encontrar um pouco de tudo. Uma variedade de descobertas e sentimentos. E acredito ser esse o motivo que mantém as pessoas intrigadas ao meu redor: a variedade de mistérios que se escondem nos meus olhos.
Aprendia a esconder as minha lágrimas com sorrisos, e a ficar quieta mesmo que essa não fosse a minha vontade. Aprendi a silenciar um grito de fúria, e a calar e engolir o choro. Aprendi a não ser covarde, e a enfrentar tudo o que vier - de cabeça erguida. E sabes esse sorriso que vês estampado no meu rosto? Eu o trago por desobediência. Desobedeço a tristeza. E consigo ser mais feliz assim.
Não nasci para agradar e nem me igualar. Odeio comparações. Quem me conhece sabe que eu nunca espero que aconteça: eu faço acontecer. E já nesse caminho distante da largada, eu finalmente desisti de tentar me equilibrar. Isso é para artistas circenses e, convenhamos: eu nem gosto de circos. Melhor deixar assim, 8 ou 80 - porém, intensa. E vou confessar uma coisinha: depois de passar por mim, ouvi dizer, que fica muito difícil ser feliz ao lado de outra mulher.
Muito tempo a tentar compreender, a explicar me, mas a verdade que todos secretamente conhecem, é que nunca se tem um resposta concreta quando o assunto és tu mesmo.

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