SCREAM QUEENS: 1.01 "PILOT" e 1.02 "HELL WEEK"

sábado, outubro 10, 2015


"Sluts, Chanel is here"

Na esquina da minha casa, na escola ou em qualquer uma das tuas redes sociais, não se falava de outra coisa que não fosse a estreia de Scream Queens, a mais nova aposta da parceria de sucesso entre Ryan Murphy e a FOX. Bom, podemos começar por falar que a produção não veio para agradar a todos. Com uma rápida pesquisada pela internet tu podes ver desde comentários maravilhosos sobre a série, até comentários nada corteses.

Sim meninas, somos humanos. E como se dis por aí "Gostos não se discutem". Talvez parte dos comentários sobre a série veio de pessoas que não entenderam a premissa básica da produção: Scream Queens nasceu para ser clichê. Sim, isso mesmo. Convenhamos, não há nada de original em um grupo de meninas mimadas que são guiadas por uma líder que se acha a última nota de dólar do planeta. E é justamente nesse aspecto que a série nos convida a passear: uma linha tênue entre o cômico e o ridículo.

JULGUEM-ME. A cena da morte da Ariana Grande foi incrivelmente ridícula. Ali se resume a identidade que Scream Queens decidiu assumir. O delírio dos seres humanos por redes sociais, casou perfeitamente com a ideia de um pedido de socorro enquanto ela era esfaqueada. E melhor, sem um grito sequer. Deu para rir, vai. Tu não trocarias SMS's com o demônio vermelho?



Não vamos comentar sobre a Chanel (Emma Roberts). É injusto. ELA NEM SE ESFORÇA PARA SER UMA BITCH!! Os olhares, a boca, o andar. BITCH BITCH BITCH. Ela seria daquelas pessoas a quem tu, provavelmente, darias uma tareia na escola. Claro que não a conseguimos odiar por isso. Ela é a típica vádia que todos querem que sobreviva até o final. E daí surge a questão: Quem vai sobreviver até o final?
Se teve mortes demais ou de menos, eu tive uma pequenina opinião é: se continuarem assim o elenco inteiro vai acabar no quinto episódio. Claro que como uma boa série de horror, não poderia faltar cenas para te fazer virar um pouco a cabeça. Entretanto aí vai um ponto fraco da série. Talvez pelo público que a série tentou atingir, ou mesmo por ter tentado explorar demais o clichê do ridículo, mas tudo tem o limite, e o limite chegou nas cenas das mortes. Foi uma mistura de efeitos amadores com falsos gritos histéricos que por muitas vezes me fizeram olhar quanto tempo faltava para acabar o episódio. Vamos caprichar mais nessas cenas aí FOX. Aumenta a verba para o sangue.


Dos pontos positivos posso nomear dois com nome e sobrenome: Niecy Nash e Jamie Lee Curtis. Jamie não é só a reitora da universidade. É a rainha dessa série. Não é à toa que os fãs foram ao delírio no painel de Scream Queens na Comic-Com quando ela entrou. Com um tom meio lésbico, meio venenoso ela já atormentou a vida da Chanel e dormiu com o seu namorado, deu em cima do pai da Grace vadia e até escondeu a morte da estudante alguns anos atrás. Prevejo muita treta com a Jamie ainda. Sobre a Niecy, só precisamos de uma frase: POR QUE TEM UMA FACA NO TEU PESCOÇO?! Ela nasceu pra nos fazer rir. Se ela morrer, tio Ryan merece uma visita do Demónio Vermelho. #vidalongaadenis




Os atores coadjuvantes tiverem os seus altos e baixos, e serviram para se tornar ou vitima do assassino capeta, ou se tornar um suspeito de ser ele. As apostas mais óbvias giram em torno do Pete, o barman que tem a fantasia do assassino no guarda-roupa ou de umas das Chanel’s, esses rostos de submissas não enganam ninguém né?! Lea Michele também me decepcionou. Não com a atuação, mas esperava mais participações da sua personagem. Tudo bem que ela não tem culpa disso, mas espero mais cenas com ela para os próximos episódios. Ainda temos uma inesperada surpresa ao fim do episódio com Boone mostrando que está de complô com o assassino.


Pra quem achava que participação do Nick Jonas se resumiria a algumas cenas nos primeiros episódios, percebemos que ele estará no centro de todo o mistério em torno da identidade do assassino. Grace que deveria atuar como a segunda protagonista foi completamente engolida pela história e quase esqueci dela em alguns momentos do episódio. E para aqueles que suspeitam, não acho ser ela o bebê de 20 anos atrás. Seria muito óbvio.



Porém nada é óbvio em Scream Queens. E eu acho que ainda devemos esperar muitas mortes ao estilo Ariana Grande durante o desenrolar desta temporada. Ainda acho cedo para falarmos do sucesso ou fracasso da série. Visto que ela pode não ter agradado e muito e ter os seus defeitos, estes ainda podem ser revistos por Ryan, isto é, caso ele queira garantir uma segunda temporada. Não desmerecendo o trabalho ousado de toda a produção, ainda tenho as minhas desconfianças de até onde este caminho entre o cômico e ridículo pode garantir boas risadas. É arriscado, mas tentar não custa, não é?

E então. o que vocês acharam dos dois episódios de estreia de Scream Queens? Gostaram? Já estão a criar as vossas teorias sobre o assassino? Quero saber tudinho nos comentários.

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