A RAPARIGA QUE TU GOSTAVAS QUE EU FOSSE

quarta-feira, dezembro 23, 2015


Eu poderia ser menos impulsiva, menos cabeça quente, deixar de ser tão implicante, ser mais menininha, menos mulherão. Eu poderia deixar de lado o meu batom vermelho e não andar mais de pés descalços pela casa.  Até poderia ser mais preto no branco e deixar as minhas cores de lado,  quem sabe deixar o cabelo crescer domado e parar de roer as unhas.
Ah existem tantas coisas que eu poderia fazer para te convencer do quão incrível eu posso ser. Mas queres saber não vejo a graça em tentar ser alguém que um outro alguém deseja conhecer e ter por perto.  De verdade eu poderia ser quem tu quires que eu seja, ou quem quer que me dê na telha, mas independente de quais forem as minhas escolhas aposto que ainda assim eu  não te agradaria e o pior de tudo, aquilo que mais me doí e ofende é que nenhuma delas seria eu. 
Diz me que graça tem em ser alguém para um outro alguém querer, se esse alguém que eu deveria ser é um alguém que eu não consigo reconhecer em mim, que não faz parte da beleza de ser quem eu sou?  E por fim, deixa-me dizer te se não for para amar esse ser perfeitamente imperfeito aqui em pé na tua frente sinto muito por tu sentires tão pouco, mas o meu amor próprio vale muito mais que qualquer amor que eu possa encontrar em ti ou em qualquer outra pessoa.

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2 comentários

  1. Respostas
    1. Minha linda, estiveste a ver o teu blog e gostei muito. Obrigada pela visita.

      E não te esqueças que aqui temos post todas as segundas, quartas, a sextas e domingos.

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